Grécia

Despedida da Grécia: interior de Rodes

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Acordei cedo, abri a janela e a promessa era de um dia lindo. Hora de colocar rápido o pé na estrada, pois a idéia era conhecer ao máximo a ilha. De certo, no roteiro, apenas Lindos, na costa leste de Rodes.

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(mapa de www.faliraki-info.com – clicar para aumentar)

Localizada a 50 km ao sul da Cidade de Rodes, Lindos é o ponto de ocupação mais antigo da ilha, tendo sido fundada pelos dóricos lá pelo séc. X a.C. . É também um dos pontos turísticos mais visitados, por isso a idéia de partir bem cedo para essa pequena viagem. A estrada que liga os dois pontos turísticos mais famosos de Rodes é bem conservada e com várias pistas. Neste trecho a paisagem não é tão atraente, mas quando se chega na cidade é que se entende o motivo do deslocamento (mesmo para quem está na ilha por apenas um dia…)

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Lindos está num ponto estratégico do litoral, numa baía pequena e fotogênica, e sua atração principal, a Acrópole, é ponto para onde a visão primeiramente se dirige: a colina onde foi construída está num nível muito acima do vilarejo e não há como desviar o olhar do conjunto de construções clássicas e medievais que a compõem.

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Ainda é cedo, mas os estacionamentos começam a ser ocupados com rapidez e o sol promete: hora de subir as escadarias até a Acrópole (é possível contratar burricos para a subida, mas este blog desencoraja a prática.) Um vez no topo da colina, é difícil saber para onde olhar: para o mar…

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…a baía e as praias…

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…ou para as construções do sítio arqueológico. A construção mais importante é o Templo de Atena, do séc IV a.C., que está em processo de reconstrução e apenas algumas de suas colunas podem ser vistas.

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A Acrópole de Lindos é uma grande salada de estilos arquitetônicos, pois convivem ali tranquilamente: construções helenísticas, romanas (como esse templo da foto da direita acima), uma igreja bizantina do séc. XIII (Igreja de São João, na foto abaixo, fazendo uma composição com uma stoa que está em adiantado processo de restauração – ou reconstrução, praticamente)… 

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 …algumas estruturas medievais internas e tudo isso contido por uma sólida muralha da mesma época, construída pelos Cavaleiros de São João para defesa contra os otomanos.

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Ao pé da Acrópole, a vila de Lindos parece à primeira vista uma daquelas cidades turísticas até a medula, onde uma lojinha de suvenires manjados faz par com outra, que fica ao lado de um restaurante com aquela mesma meia dúzia de pratos…

(Saio um pouco do assunto aqui para explicar uma teoria minha sobre a escolha de restaurantes quando se viaja. A Grécia foi o lugar perfeito para colher uma amostragem representativa para a comprovação empírica desta minha teoria :mrgreen:

Fujo correndo de restaurantes com:

– ‘Vendedores’ na porta (gritando, dando folhetos, tentando te convencer a entrar, simpaticamente ou não);

– Cardápios com fotos dos pratos (em geral); e

– Cardápios em mais de duas línguas.

Fecho parênteses e volto a Lindos 🙄 )

…mas, a exemplo da Cidade Antiga, é só sair um pouco das ruas principais que levam à subida da Acrópole que tudo muda e Lindos volta a ter cara de vilarejo.

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Seguindo os meus próprios princípios, passei a oportunidade de almoçar ali e tomei o rumo sul, um trecho onde a rodovia corre rente ao mar. O dia de sol forte deixava as praias ainda mais bonitas, mas, apesar do calor, meu espírito não pedia por elas. O carro seguiu até Gennadi, onde, virando 90º à direita, pegou uma estradinha que cortava o interior da ilha, quase no seu extremo sul.

Eu estava curiosa para conhecer os vilarejos, ver uma Rodes sobre a qual ninguém fala, onde os visitantes normalmente não chegam. Só não estava preparada para a beleza da paisagem que encontrei ali…Os campos de oliveiras eram onipresentes, no início, antes de entrar em terras montanhosas…

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…e depois os pinheiros, formando cortinas na beira da estrada.

E, quanto mais se subia, melhor a vista dos vales, da vegetação e do mar ao longe.  O interior de Rodes não merece cliques rápidos e afobados, como os meus. Mas sim uma bela máquina, várias paradas (onde puder, pois praticamente não há acostamento) e muitas fotos, pois a inspiração vem em cada curva. Assim como as igrejinhas, que, não bastasse toda a visão grandiosa, ainda lembravam que o solo ali era grego.

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A estrada passava pelos vilarejos de Vati, Istrios e Profilia, pequenos pedaços de Grécia perdidos no tempo e no espaço. Neste último, o almoço: comida camponesa em um ambiente rústico, porém caprichoso. Atendimento simpático. Dois senhores locais fofocavam tendo uma vista inacreditável de toda a planície, a estrada e o mar ao fundo.

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Não sem uma certa preguiça, era preciso retomar o caminho. Mas que tristeza, que nada: a paisagem continuava ainda mais bonita que antes! Um sorriso bobo tomou o meu rosto o trajeto inteiro até Monolithos, já na costa ocidental. E aí o meu queixo caiu de vez…

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De uma estradinha margeando o penhasco se vê o mar e mais um outro mar verde, de pinheiros, com uma rocha se projetando em primeiro plano. O castelo veneziano de Monolithos, do séc. XV, está equilibrado sobre ela e foi uma das visões mais impactantes dessa viagem. É possível acessar o castelo e sua igrejinha por uma escadaria, mas ficou para uma outra vez.

Completando a volta à ilha ao retomar sentido norte, um pequeno desvio voltando ao interior leva à região vinícola ao redor do ponto mais alto de Rodes, o Monte Attavyros.

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As estradas são praticamente vazias, os vilarejos, como Agios Isidoros e Siana, ainda menores e mais bucólicos. E as encostas são uma mistura de oliveiras, pinheiros e vinhedos, compondo um degradé em verde que surpreende, quando se já tem certo que as paisagens mais bonitas ficaram para trás. 

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Depois de tanto mimo para os olhos, hora de continuar rumo à cidade antiga, no final da tarde, passando por praias desoladas e castelos ao longe…

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O meu ânimo despencou na manhã do meu último dia na Grécia: ter que acordar às 5 da manhã, com chuva, arrastar a mala pelas ruas de pedra até o carro não era a idéia que eu fazia de uma boa despedida. A minha perspectiva era maravilhosa, estar em Istambul ainda a tempo de almoçar um kebab. Mas, depois de três semanas na terra de Hércules e do Minotauro, era natural que eu me apegasse à tudo aquilo que tinha visto e experimentado, ainda mais tendo Rodes como última parada: um jogo sujo planejado por mim mesma, sem sequer imaginar.

A essa altura Atenas já estava distante, Milos talvez…parecia que estava há tanto tempo no país que já estava me sentindo à vontade com os seus jeitos, mesmo tendo visitado tantos destinos totalmente distintos entre si. Tinha visto lugares de natureza belíssima e história que me tinha tocado desde menina. Tinha conhecido, mesmo que superficialmente, pessoas hospitaleiras e gentis. Esquentei o corpo ao sol de Milos, usei todas as roupas e ainda senti frio em Meteora. Comi gyros pita na rua, peixes delicados em tavernas à beira mar e comida contemporânea em restaurantes com vista para a caldeira em Santorini. Perdi a a referência para dizer o mais bonito pôr-do-sol , tantos os que eu vi. Tinha me emocionado, tantas vezes. A sensação nessa hora, e mesmo agora, depois de quase um ano da viagem, é a de que falta tanta coisa ainda por ver…Sei que terei muitas surpresas se um dia der mais uma chance à Grécia. E é o que pretendo fazer.

21 Comments

  1. CarlaZ

    Eu tenho que confessar uma coisa…eu adoro todos vocês…mas vou ter que parar de ler blogs de viagens…
    Estou ficando com vontade de ir pra taaantos lugares. Fico imaginando roteiros…encaixando lugares…
    Emília,
    mais um post delicioso de ler…com lindas fotos…e esse resuminho final…sensacional!
    É engraçado como a visão que eu tinha das ilhas gregas era uma e ampliou tanto com todos esses seus posts.
    Beijos

  2. Patricia - Turomaquia

    Meu último dia também foi melancólico, é que a Grécia merece um bis, um tris, ou como isso chame!
    Beijos

  3. Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

    EMÍLIA, você sabe, eu já lhe afirmei tantas vezes, que a Grécia foi um dos destinos mais decepcionantes de minha “história turística”, mas quanto mais leio sobre Rodes, mais gosto dela.
    Posso dizer que o único lugar da Grécia que fiquei com saudades e muita pena de não ter ficado pelo menos uns três dias, foi Rodes.
    Agora, conhecendo-a ainde melhor depois de seus relatos e fotografias, informações de conteúdo histórico e turístico, posso lhe reafirmar que adoraria ir a Rodes novamente e fazer um roteiro de carro, dando a volta na ilha.
    Neste particular deve ser como a Ilha de Oahu, Havaí, dá-se uma volta na ilha em um dia de passeio, saindo cedo e retornando ao fim do dia.
    Fora isso, a parte histórica de Rodes, bem mostrada em seu post anterior, é magnífica e um dos centro históricos antigos mais interessantes que já conheci.
    O relato está interessante, atraente (ainda que com um finalzinho meio melancólico), convidativo e bem ilustrado. Que venha ISTAMBUL!
    Parabéns.

  4. Emília

    Carlinha, eu também fico aqui inquieta na minha cadeira, mas não consigo parar de viajar com todo mundo…afinal, é sonhando que vamos adequando os destinos ao pouco tempo que temos, não é mesmo? (Mas tem horas que a vontade é graaaande… 😆 )
    Beijo!
    É complicado você se despedir de um lugar, Patricia, afinal três semanas podem parecer pouco tempo, mas já é o suficiente para nos apegarmos 😀
    Arnaldo, o mais bacana é que tem muito mais coisas ainda a se fazer na volta à ilha, mas o tempo é curto e temos que escolher. Mas é um lugar perfeito para fazer uma viagem sem pressa, sem a ‘obrigação’ de ver pontos turísticos, mas apenas curtindo a paisagem, dirigindo por onde dá vontade…
    Mesmo a cidade antiga se encaixa nisso: mais que ver os pontos principais, o bacana é se deixar perder nas ruelas e se surpreender com as pracinhas, com os detalhes arquitetônicos…a câmera não fica muito tempo pendurada no pescoço 😉
    E que venha Istambul mesmo (no blog e ao vivo!)

  5. Mari Campos

    Que lindo! Amei esse final do texto e quase senti a brisa do mar vendo as fotos espetaculares da baia…. show!
    Amo a Grecia – uma das melhores viagens que fiz, destino para o qual certamente ei de voltar, ainda mais para visitar todas as ilhas que nao consegui visitar da primeira vez.
    Mas, num ponto, faco coro com o Arnaldo: que venha Istambul!!! :mrgreen:

  6. Arthur

    Emília, voltou a blogar! Pensei até que você estava fazendo um doutorado-relâmpago e ocupada com a tese, tipo a Carla :mrgreen:
    Não precisamos falar sobre a beleza das imagens de Rhodes… Mas concordo com o pessoal, o seu texto ficou muito bonito, principalmente o final “melancólico”. Sei como é isso. Achei um merecido final para a odisséia grega, ainda mais depois de 3 semanas lá (Grécia sem um pouquinho de drama não é Grécia :). A imensa variedade de estilos do pessoal da comunidade VnV é fascinante e complementar.
    CarlaZ, das duas uma: ou vc pára de nos ler ou acerta na mega-sena e faz uma volta ao mundo rsssss
    Arnaldo, viu como você deve dar uma nova chance à Grécia? Esquece aquele malfadado e tormentoso cruzeiro, até a barca Rio-Niterói faria melhor 😀
    E vamos finalmente a Istambul, com direito ao talismã do Olho Místico da Turquia (comprei um outro dia para minha sala)
    Abraços!

  7. brasildestino

    Tambem tenho muita vontade de voltar e ficar pelo menos umas duas semanas ja que é muita coisa para ver, ja estou planejando com a Royal Holiday uma nova viagem.
    http://www.royal-holiday.com

  8. Emília

    Mari, quanto mais eu leio sobre a Grécia, mais eu vejo que é um destino inesgotável…a minha ‘lista de desejos’ grega só cresce: Creta, Patmos, Folegandros, Koufounissi, Lesbos…isso só no Egeu. Ainda sobram Corfu e Lefkada no Jônico, mais a Grécia continental: Peloponeso, Macedônia…(suspiros) Para dar conta só como o Décio: indo todo ano! :mrgreen:
    Voltei e com força total, Arthur! (Ou melhor, o máximo que o meu tempo escasso permitir 😳 ) (doutorado-relâmpago 😆 )
    Sobre a melancolia, é interessante ver, para cada destino viajado e recuperado aqui no blog, a tendência é sempre umas saudadezinhas, uma vontade de voltar…Gostaria de poder recuperar todas as viagens já feitas, pois muitas vezes me lembro de momentos aqui e ali e me dá uma vontade de escrever…pena que o tempo é curto e a maioria delas não têm fotos digitais. E…a memória é ruim também, o relato teria muitos buracos 😆 Ontem mesmo estava me lembrando de uma viagem de mais de 10 anos atrás e como gostaria de ter escrito sobre ela.
    E já falei com o Arnaldo que ele não deu muita sorte…e que os gregos podem ser muito hospitaleiros 😉
    Carlinha, se você ganhar na Mega-Sena você me leva de carregadora de malas, navegadora ou qualquer coisa assim? :mrgreen:

  9. Arthur

    Curiosidade: essa viagem de mais de 10 anos foi para onde?
    Eu, por exemplo, queria postar sobre os Lençóis Maranhenses, mas as fotos ainda são de filme. Acho que terei que voltar, fica mais fácil…
    Só para contribuir com a sua vontade de voltar: uma amiga minha foi a Creta e adorou rsss
    Por falar em Macedônia, sério: eu tenho um plano secreto de tirar um sabático e refazer todo o trajeto de Alexandre o Grande (o primeiro turista da História, conforme está no meu blog). O problema vai ser passar pelo Iraque, Irã e Afeganistão. Mas ainda vou calcular a logística do empreendimento.

  10. Paula*

    Emília,
    Adorei “viajar virtualmente” com vc para a Grécia!
    Assim como vc nos ajudou no “caminho das pedras” na viagem que fizemos à BsAs, com certeza o mesmo acontecerá com a Grécia.
    Vou levar todos os seus posts impressos na minha malinha!
    Tomara que não demore!
    Parabéns, querida! Fotos e texto de primeiríssima!!!! 🙂
    Bjo

  11. Emília

    Arthur, nessa viagem eu visitei alguns países europeus, mas a memória tem tantas lacunas que não vale a pena tentar escrever. Fora que as fotos são de filme e fraquíssimas 😳
    Já acho que você poderia escanear algumas fotos e escrever sobre os Lençóis (como eu acabei fazendo com o post da Trilha Inca para a Carla)…ou voltar, hehe…
    O ‘Projeto Alexandre, o Grande’ me parece interessantíssimo, mas acho que na conjuntura atual eu adiaria um pouco :mrgreen: Mas difícil é resistir ao Irã, que não tem visitação difícil e deve ser um destino incrível.
    Obrigada, Paula! 😀
    Olha, o que eu posso fazer daqui é torcer para que você e o Fred possam colocar rapidinho a Grécia na lista. Adoraria poder dar meus pitacos, rss…
    Estou amando a série ‘Leste europeu’, especialmente o post de Praga 😉
    Grande beijo!

  12. Arnaldo - FATOS & FOTOS de Viagens

    Se o “A TURISTA…” já era bom, agora fiou famoso. Naa mais nada menos do que figurou em destaque na coluna do Riq no Caderno Viagem do Estadão.
    Se fosse eu, cortava e mandava emoldurar.
    Parabéns.

  13. Emília

    Foi um super gentileza do Riq… e uma honra estar no Turista Profissional, onde tanta gente bacana já esteve (você inclusive 😉 )
    Obrigada por me avisar! 😀

  14. Luisa

    Ah se eu tivesse lido esse post antes de ter ido pra Rodes, eu nao teria me limitado a Lindos…
    Vou ter que voltar e vai ser tudo culpa sua! 🙂
    Bjs

  15. Emília

    Olha, Luisa, vocês dois estando tão longe da Grécia… 🙄 , vai ser uma dificuldade mesmo voltar, hehe…
    Volte para ficar mais tempo no interior, vale a pena. Mas é mais para quem gosta de campo e de fuçar por aí. Só não recomendo para os que vão ficar com dó de perder um dia na praia.
    Beijo!

  16. Carmen

    Emília, adorei seu viagem a Grécia. Um viagem com conhocimento profundo de muitas coisas diferentes do país.
    Com seus posts eu conhecí tantos lugares com história: Delos, Milos, Athenas, Meteora, Delfos, Rodas… e lindos lugares como Santorini e Mykonos cheios de beleza e onde é simple sonhar e imaginar histórias e contos.
    Gostei de Lindos. É uma beleza, não sei se gosto mais da Acropole de Lindos o do seu mar e costa.
    Bonitas fotos (linda, linda a pequenha igreja)
    Um saludo e bons futuros viagens
    Bjs

  17. Emília

    Carmen, o que realmente surpreende no país é justamente a diversidade de atrações…E mesmo em relação às ilhas, cada uma tem uma personalidade diferente, são muito mais que apenas casinhas brancas e mar azul.
    Para mim foi um destino muito cativante, daqueles que nos dá vontade de voltar e rever algumas coisas, conhecer muitas outras novas…
    Um beijo!

  18. amigosviajantes

    Menina, da viajar horrores só lendo seu blog hem?? Já está entre os meus favoritos. Meu sonho é poder viajar, viajar, e viajar… pra todos os lugares desse mundão. Quanta coisa linda que a gente não conhece né…

  19. Pingback: A Turista Acidental » Blog Archive » Grécia: Índice

  20. ana selene

    ola, estou planejando uma viagem agora em julho para grecia, e gostaria de saber se rodes vale a pena…., vc gostou mais de rodes que santorini?
    qual é o lado ruim desta ilha?
    obrigada pela atencao
    ana

  21. Emília

    Ana, são duas ilhas bem diferentes: Rodes é mais história e um lindo interior e Santorini é aquele visual já conhecido, bem impactante, da caldeira. A melhor maneira de escolher é pesquisar e ver fotos sobre as duas ilhas.
    Um abraço e bom planejamento.

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