Irã

Caleidoscópio iraniano

           Meu último dia em cada viagem é invariavelmente melancólico. E na volta o espírito do lugar me assombra, mas não procuro fugir dele. Algumas pessoas sentem falta de casa e já antecipam o prazer de girar a chave e voltar a entrar em território conhecido. Eu, não. Apesar de amar minha casa e ter um prazer delicioso em morar e trabalhar nela, eu não penso nela enquanto estou viajando. Acabo me envolvendo de tal modo com o que me cerca que, se não fosse as checagens diárias ao e-mail de trabalho (por obrigação) e as mensagens no Whatsapp com minha família (por pura saudade e vontade de que estivessem ali), eu mergulharia completamente no meu destino.

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            Nossa última viagem, ao Irã, não foi diferente.  Tínhamos passeado o dia inteiro por Kashan, uma cidade adorável. Tanto que me peguei praguejando: por que tinha deixado somente um dia para explorá-la? Por que, na vontade de conhecer um pouco de tudo, eu tinha me deixado levar pela ilusão de que conseguiria aproveitar a cidade?

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            Puro mau-humor, afinal tínhamos aproveitado bem a cidade. Ele tinha vindo para mascarar a melancolia, que chegaria com força no final da tarde, enquanto nosso querido Majid Agha (sr. Majid) nos conduzia pelas ótimas estradas de volta a Teerã. Enquanto comia os meus biscoitos de arroz (tinha conseguido um abastecimento deles em Esfahan, apesar de não terem a delicadeza dos de Yazd), fiquei mergulhada nas minhas lembranças. Tudo ficava para trás, apesar de ainda estar lá, de ter se passado apenas uma quinzena desde a nossa chegada na madrugada de Teerã.

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            Ainda tinha um gostinho das noites de Esfahan, as pessoas fazendo compras nos bazares ou simplesmente passeando pela Praça Naqsh-e-Jahan, iluminada e cheia de vida. Tinha acabado de ter um das melhores refeições: dizi (cozido de grão-de-bico com cordeiro) sob a abóboda secular do Timcheh Amin-o Dowleh, no bazar de Kashan, em meio às antiguidades.

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            E também já sentia saudades do começo da viagem, do calor do deserto em Kerman…

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             …e dos bazares vazios de Yazd.

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            Sentia falta das inúmeras paradas nas casas de chá, hábito fácil de se adquirir…

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            …do nosso primeiro contato com o país em Teerã, ainda perdidos, e dos jardins e poetas de Shiraz.

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            O Irã é belo. Não há como ficar indiferente à mesquita Sheikh Lotfollah, em Esfahan: é como ser abraçado, envolvido pela beleza, entre o silêncio e a penumbra.

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             Ou ficar imune aos incríveis jardins, ideais do paraíso persa. Cada um atrai numa medida diferente, como o cosmopolita Eram, em Shiraz, ou o oásis de Bagh-e Dolat, em Yazd.

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            Difícil esquecer a decoração delicada que ainda se pode observar no Hamam-e Ganj Ali Khan, em Kerman, com azulejos e pinturas do século XVII, contemporâneas dos enormes murais do Palácio Chehel Sotun em Esfahan, mostrando a vida e guerra da época. E difícil também esquecer a sensação de estar num reduto de tranquilidade no meio da capital, no Palácio Golestan.

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            As paisagens são áridas e grandiosas, mas equilibradas com a doçura das pessoas, das frutas e guloseimas de que os iranianos tanto gostam. E mais que qualquer visão de turquesa, que faz brilhar meus olhos quando vejo as maravilhas arquitetônicas iranianas, é por causa deles, iranianos e seu modo de vida, que eu sinto pena de partir.

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            Um hábito interessante de vários restaurantes é o de colocar mesas comunais, onde muitas famílias acabam comendo juntas. Nessas ocasiões tivemos oportunidade de sentir a curiosidade sobre nós e, muitas vezes, tentativas de comunicação. Mas nenhum guia conseguiu transmitir o olhar intenso de carinho da senhora que se encontrava à nossa esquerda, numa mesa do restaurante Flamingo, em Orumieh. Enquanto seu marido conversava conosco, ela só olhava e sorria para mim, como se quisesse dizer algo. E dizia, mais do que poderia com qualquer palavra.

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            Nesse mesmo dia o nosso guia Hossein, preocupado porque não conseguíamos despachar o tapete que havíamos comprado em Tabriz, não sossegou até nos ajudar a enviá-lo como carga. E também fez questão de esperar que entrássemos no avião, com um grande sorriso e mil tchauzinhos através do vidro da sala de embarque.

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            Falando em tapetes, passamos horas divertidas na loja Silk Road de Esfahan, conversando com o Shantyia, namorando os tapetes, aprendendo sobre eles, vendo outros clientes negociar e, no final, negociando nós mesmos. Além de tudo, era só colocar os pés para fora da linda loja e curtir o bazar das arcadas da praça Naqsh-e Jahan. Passar por lá era sempre uma ótima maneira de curtir nossas noites na cidade.

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(foto de Arnaldo)

            Em Kerman conheceríamos nosso companheiro pelo resto da viagem, sr. Majid. Um senhor sério, mas de sorriso franco e grande gentileza. Estava sempre preocupado conosco e não deixava nunca o seu cansado Samand sem um estoque de pistaches, chá, biscoitos, passas, pepinos e uma grande melancia, que nos alimentou em várias paradas pelas áridas estradas iranianas. Sua companhia serena e tranquila nos fez sentir um nó na garganta na despedida, no aeroporto de Teerã, quase partindo para Dubai.

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            Ainda em Kerman, fomos abordados por inúmeras pessoas no museu do hamam, querendo saber de onde éramos, se podíamos tirar fotos juntos. Perto da cidade, no mausoléu do Xá Ne’matollah Vali, fizemos amizade com duas moças de uma simpatia única: ficamos um tempo batendo papo e depois seguimos nossa visita, nos esbarrando aqui e ali. No final, nos despedimos com beijos e o convite sincero para que jantássemos com sua família em Teerã, na nossa volta. Teria sido incrível, se não tivéssemos apenas uma noite, maravilhosamente bem aproveitada com o Gabriel e a Márcia, além da ótima surpresa da Caroline se juntando a nós. Os três salvaram nossa última noite saudosa no país com um jantar que podia ter se estendido pela noite, se não fôssemos viajar muito cedo.

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            Aliás, as moças são um capítulo à parte: muitas vezes as via me olhando e sorrindo, com uma curiosidade e vontade de conversar. Às vezes elas vinham até mim, às vezes eu me adiantava. Eu me lembro especialmente de uma mãe e filha que estavam na mesa à nossa frente na casa de chá Azadegan, em Esfahan, e que vieram me dar um beijo depois quando nos encontramos nas arcadas da praça.
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(foto de Arnaldo)

            E de uma menina com seu pai, na saída da mesquita Jameh, na parte mais conservadora da cidade. Eu dei um oi e um sorriso, eles também, mas não conseguíamos nos comunicar. Seguimos nosso caminho. Cinco minutos depois, no meio do bazar, lá vem ela, puxar a minha blusa e me dar um grande sorriso. Como gostaria de ter conseguido saber um pouco mais sobre ela.

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(foto de Arnaldo)

            São discretos, gentis. Muitas vezes nos ofereciam um sorriso, algumas vezes uma gentileza, como frutas ou outros petiscos. Nós os achamos muito bonitos também. E mesmo quando não eram particularmente bonitos, eram sempre interessantes. Foi o lugar onde mais curti o passatempo de observar pessoas. Não cansava nunca: lindas moças bem-maquiadas com véus coloridos, moços de porte elegante e rostos expressivos, garotas em uniforme escolar e risadas espontâneas, senhores em ternos batidos e bicicletas antigas, refletindo pura dignidade.

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            A religiosidade é um elemento importante na vida do iraniano e percebe-se isso claramente quando se chega a uma mesquita ao meio-dia, logo após o chamado do muezim. Elas ficam cheias, assim como as inúmeras salas de oração nos locais em que não há uma mesquita próxima. Sempre que podia, o próprio sr. Majid nos pedia licença e seguia para suas orações.

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            Até mesmo foi criada uma atividade física típica, o zurkhaneh (casa da força), em que exercícios curiosos são acompanhados de um músico acompanhado de percussão, que recita poemas e também exaltações a Alá.

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            A presença forte do islã, especialmente traduzida nos olhares duros dos aiatolás, nos faz acreditar em um país mais tomado pela religiosidade do que efetivamente é. Sem dúvida o conservadorismo dá o tom do comportamento e a adesão ao chador é grande, especialmente no interior do país, mas percebemos que para uma boa parte da população, nas conversas e na pura observação, a religião toca a vida, mas não a domina. E muitos fazem questão de nos assegurar essa distância. Além disso, o Irã é lar de uma grande comunidade judaica, que só perde para em número para Israel. Liberdade religiosa também é usufruída pelos zoroastras: hoje são minoria e se concentram na região de Yazd (onde se encontra a Torre do Silêncio abaixo), mas esta já foi a religião oficial do império persa.

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            Combine-se a esse atraente conjunto humano os melhores cenários: jardins cheios de rosas e espelhos d’água, arcadas de bazares milenares…

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            …mesquitas com intrincados mosaicos de azulejos multicoloridos, praças cheias de vida.

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            Desertos emoldurados por montanhas, lagos tão salgados quanto o Mar Morto…

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            …resquícios de civilizações que testemunham a importância histórica da região, especialmente dos persas.

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            Adicione também o som do farsi sendo falado em restaurantes subterrâneos, em negociação nas lojas dos mercados, no som da música tradicional que se houve aqui e ali. E uma boa pitada de chá, pistaches, azeitonas em molho de romã, frutas muito doces, pão com iogurte, todos os tipos de kebab e o maravilhoso fesejun, sempre que encontrado.
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            Uma combinação única, original, ideal. Difícil de ser esquecida.

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53 Comments

  1. Mari Campos

    Aaaaaa, que delícia ler esse post! tinha ficado apreensiva quando o Arnaldo comentou num post que vcs ainda não tinham se apaixonado pelo Irã. Mas, pelo jeito, se apaixonaram, né? Quero muito, muito mesmo, fazer essa viagem nos próximos anos. Por enquanto, só virtualmente, babando nos posts e fotos de vcs dois e do Gabe. Lindo texto, lindas fotos e linda você com as iranianas!

  2. Natália M Gastão - Ziga da Zuca

    Que post gostoso de ler! Impossível terminá-lo sem um sorriso no rosto e uma vontade enorme de voar para o Irã!
    Aliás, sou como você, não tenho essa saudade de casa, por mais que eu adore a minha, durante as viagens, também sou tomada pela melancolia e sempre acho que poderia ter ficado mais tempo! =)
    Beijão!

  3. Camila Torres

    Atualmente só me resta sonhar com as viagens… Obrigada por alimentar estes sonhos.

  4. Thiago Magalhaes

    Que texto lindo. E que fotos belas.

  5. Arnaldo (Fatos e Fotos de Viagens)

    VIAJAR é sempre um privilégio. E que agradeço, especialmente nas despedidas. Mas retornar retornar pra casa, todavia, para mim é um prazer de ainda maior valor. Entretanto ainda que fosse, deixamos o Irã achando que não devia ser a hora…
    O privilégio maior, todavia, é viajar com você, seja para onde for, viver tudo o que nosso gosto por viagens e afinidades nos aproximam ainda mais, mesmo até pensando que isso é algo impossível.
    NEM sempre um destino corresponde ao que se espera dele, portanto, decepcionar-se é intrínseco ao ato de viajar. Eu nunca sofri com isso, talvez porque a contabilidade até aqui tenha sido incrivelmente favorável a mim: dos 53 países que visitei, para apenas um eu jamais voltaria: St. Martin/St. Marteen.
    Não haveria porque ser diferente com o Irã, e se um dia alguém me pedisse a indicação de um país importante, onde um turista experimente o que há de melhor em termos de hospitalidade, eu não hesitaria: Irã. Entretanto com uma ressalva: nunca antes de conhecer o Uzbequistão. Porque? Se ambos são pouco explorados turisticamente, seus visitantes não se tratam como ‘mercadorias’, mas como patrimônio, e a hospitalidade é cativante, a arquitetura islâmica belíssima? Porque visitar o Irã depois do Uzbequistão significa potencializar a intrínseca possibilidade da decepção.
    Devo dizer que também contribuía o fato de eu ter ficado bastante desconfortável com a questão da obrigatoriedade das mulheres vestirem-se à moda iraniana. Ainda que o incômodo fosse aparentemente bem maior em mim do que em você. O tal do hijab, um estorvo, era um alívio quando eu via você livrar-se dele.
    Também não me largou o incômodo do futuro sombrio que eu temia para o país: a economia vai mal, especialmente devido as embargos comandados pelos Estados Unidos. E também Israel (sempre Israel), vive ameaçando gravemente o país.
    Eu percebi um esforço honesto dos iranianos ao tentarem mostrar que não há outro país tão injustamente demonizado quanto o Irã. E o fato de que não há muita liberdade, especialmente para as mulheres. E também que há muitas injustiças sociais e políticas. Provavelmente um visitante sensível e atencioso também não deixaria de entristecer-se com a realidade, mais ainda porque recebe tanto de seu povo. O iraniano é tão receptivo e simpático, tão educado e gentil que mesmo o mais ranzinza visitante não escaparia de apaixonar-se perdidamente.
    Ter viajado com você ao Irã foi mais um enorme privilégio, menor apenas que retornar à nossa casa juntos, felizes, saudáveis enriquecidos com a grande experiência. E agora nos prepararmos para a próxima: ETIÓPIA!
    Parabéns pelo texto. Sensível, honesto, sincero, franco e encantador como sempre.

  6. Mirella (@mikix10)

    Que delicia de post Emilia… adoro esses destinos pouco explorado e ao mesmo tanto tão rico em historia e pessoas…
    Esse mundo não para de me impressionar e a cada nova leitura, mais um lugar vai pra bucket list infinita 🙂
    bjos

  7. Luciana Betenson

    Um lugar que nunca esteve na minha bucket list… talvez lá no final, por conta do cinema iraniano. Mas que definitivamente entra nela. E que fotos! Já as tinha visto, muitas, no Instagram. Mas não canso de olhá-las. E quero comer pão com iogurte e azeitonas em molho de romã! Beijos,

  8. Flora

    Que lindo post! Quanta sensibilidade! Nos deixa com uma vontade danada de conhecer o lugar.

  9. Carmem

    Delícia de texto! Fotos belíssimas! Obrigada por compartilhar essas histórias.

  10. Paula Brum

    Tem leituras que “devem ser saboreadas como sobremesa” (adoro doce, logo se percebe) e essa foi daquelas deliciosas, especial. Seu relato desacomoda, emociona. E as imagens? Um sonho!! Adorável! Abraços!!

  11. Emília

    Mari, eu me apaixonei pelo Irã, mais que podia imaginar, mesmo com os relatos tão positivos que já tínhamos lido antes da viagem. Eu me senti muito bem no país, bem acolhida. Recomendo vivamente a você, tenho certeza de que irá amar!
    Obrigada pela visita e por suas palavras sempre tão gentis 🙂

  12. Emília

    Natália, eu nunca viajei mais que 35 dias, mas acredito que poderia seguir por muito mais, sem problemas…Ainda mais por lugares como esse e tantos outros tão queridos…
    Obrigada pela visita e um beijo!
    Camila, logo, logo você vai estar com o pé novinho em folha e logo sonhar vai ser só uma parte da viagem…
    Um beijo e melhoras!
    Obrigada, Thiago! E seja bem-vindo.

  13. Emília

    Meu querido, essa foi mais uma maravilhosa viagem ao seu lado, aproveitando ao máximo, como sempre fazemos!
    Entendo teu ponto de vista e sei que gostou muito do Irã, mas acho que neste ponto divergimos, pois eu o tenho como um dos melhores destinos que já visitei e já estou com muitas saudades…
    E, apesar das restrições (que nem são muitas), eu não me senti desconfortável em nenhum momento – a não ser com o hijab que teimava em cair, mas que era um incômodo pequeno, tendo em vista que eram só 15 dias de cabeça coberta.
    Mas temos um novo sonho agora…que venha a Etiópia!
    E um grande beijo…

  14. Emília

    Mirella, esse mundo sempre traz surpresas…Um lugar que não atraía antes pode começar a atrair agora, um outro que estava longínquo pode ficar mais perto com o relato positivo de alguém.
    Quando mais nova nem imaginava que um dia iria visitar o Irã, quanto mais me encantar por ele! Coisas boas da vida 🙂
    Um grande beijo!

  15. Emília

    Luciana, o Irã tem tudo para agradar muitos gostos, inclusive os paladares: eu recomendo não só as azeitonas e o pão com iogurte, mas o carneiro macio dos kebabs e, mais que tudo, o delicioso fesenjun – frango (ou almôndegas) em molho de romã e nozes. Só de me lembrar fico com água na boca…
    Obrigada pela visita!
    Flora, fico feliz de ver teu nome por aqui. Obrigada pela visita, um beijo!

  16. Emília

    Carmen, fico feliz que tenha gostado!
    Obrigadíssima pela visita, um beijo!
    Paula, coisa boa é receber um comentário assim! Fico feliz quando consigo transmitir um pouco das sensações de viagem…
    Um beijo!

  17. claudia liechavicius

    Emília,
    Que espetáculo de post. Lindas palavras e fotos feitas com muita sensibilidade. Eu, que nunca tinha pensado no Irã e confesso que até implicava um pouco com a falta de liberdade das mulheres, vou rever meus conceitos e quem sabe pensar em incluir esse destino em alguma das minhas andanças.
    Amei! Lindo como sempre.
    Bj
    Claudia

  18. Carmen

    Sua visão do Irã é verdadeiramente poética. Obrigada por compartilhar esses pensamentos íntimos e essas mágicas fotos.
    Para mim, é algo semelhante ao que acontece com você quando viajar e que o destino gosta.
    Eu não quero sair daí, porque eu me sinto relaxada e como em casa.
    Quando eu viajo, se eu visitar o lugar me surpreendeu e gosto dele, então eu quero repetir esse destino. Eu gostaria sempre de voltar para o lugar onde eu senti como se estivesse em minha casa. Então eu fui para o Brasil vários anos, sempre quis saber mais do país, porque eu adorei Brasil. Eu também estava, aconteceu com a Grécia. Eu repeti o país (mas não destino físico) e eu vou a voltar lá.

  19. Carmen

    Disculpe mi horrible portugués… ni yo misma entiendo lo que he escrito en el comentario anterior…

  20. Emília

    Claudia, eu também sempre tive reservas quanto a visitar países que impusessem restrições às mulheres (ainda hoje relutaria em visitar a Arábia Saudita, por exemplo). Mas a vontade de conhecer o Irã prevaleceu e o prazer de estar lá superou o incômodo do hijab. É um destino que recompensa muito…
    Muito bom receber tua visita, um grande beijo!

  21. Emília

    Carmen, você expressou o que eu também sinto: uma identificação com certos destinos que faz com que desejemos muito voltar…Nós acabamos ficando sempre divididos entre voltar aos lugares queridos e conhecer novos. Ainda bem que temos sido felizes tanto com uma decisão quanto com outra 🙂
    Um beijo e obrigada pelo comentário!

  22. Rosa

    Texto e fotos cativantes, como sempre! E o português da Carmen é ótimo!

  23. Liliana

    Tenho preguiça de rasgação de seda, mas sou muito fã do seus textos, do seu estilo de viagem, da sua sensibilidade. Que delicia ler o que você escreve e acabar a leitura com vontade de pegar o primeiro voo para o destino descrito aqui. Seu bom gosto para escolher os destinos se estende nas palavras e fotos. Parabéns, Emília!

  24. Emília

    Flora, obrigada! 🙂
    Liliana, eu me lembro de um comentário que você fez no IG sobre a escolha das viagens…Tenho que dizer que temos ficado muito felizes com elas, têm sido muito recompensadoras. Mas conhecendo o estilo de vocês, eu fico muito lisonjeada com o seu comentário 🙂
    Um beijo!

  25. Paula

    Você sempre cativa as pessoas com seus textos. Fiquei mais ansiosa ainda para a minha viagem ao Uzbequistão e Irã no próximo ano. Acho que vou voltar apaixonada com esses lugares incríveis como você !
    Um abraço,
    Paula

  26. Paula

    Querida Emilia,
    Eu já escrevi uma vez falando que seu blog foi o primeiro a ser visitado quando comecei a pensar a ir para o Uzbequistão. Suas fotos incríveis me deixaram com mais água na boca de visitar um país que me parece tão lindo. E, por coincidência você também acabou de voltar do Irã, país que irei vistar na mesma viagem.
    Como vi no blog do Arnaldo que vocês irão para Turquia no ano que vem, me senti à vontade para deixar aqui uma dica. Fui para lá em maio deste ano e como meu marido já havia visitado a Turquia antes, se sentiu confortável em alugar um carro para termos maior mobilidade e seguirmos nosso próprio rítimo. Foi muito tranquilo dirigir na Turquia, claro que não alugamos o carro em Istambul…seria loucura…rsrsrs. Mas o que fizemos de diferente, foi pegar um tour que saiu da Capadócia para conhecer o Monte Nemrut, Sainlurfa, e um temploque além de ser muito antigo, é pouco conhecido chamado Gobeklitepe. Gostamos muito… fica a dica.
    Caso você ou os seus leitores tenham interesse, contratei um operador local: http://www.goreme.com/portugues/nemrut-tour.php
    Eles foram muito atenciosos e pontuais. Recomendo !!!
    Um abraço,
    Paula

  27. Emília

    Paula, fiquei encantada com os seus comentários! Primeiro, porque é muito empolgante saber que você vai para esses países, são lugares que me realmente me cativaram. Acredito que o mesmo vá acontecer com você. Quando vai para cada um deles?
    E em segundo, por dividir as dicas da Turquia!
    Iremos realmente para lá em junho, estamos ainda na fase de planejamento. A idéia é fazer a Capadócia e voltar por Konya, Pamukkale e Éfeso. Mas eu morro de vontade de conhecer Sanliurfa e Nemrut Dagi, mas não sei se iremos ter tempo nessa vez…E Gobeklitepe! Deve ser um lugar incrível…
    Uma dúvida: quanto tempo vocês reservaram para fazer esses três lugares?
    Obrigada pela visita, pelas dicas e pelas palavras gentis 🙂
    Um beijo!

  28. Paula

    Emília,
    Acho que todos somos responsáveis pelos sentimentos que cativamos. As respostas dos seus leitores refletem a maneira apaixonante com que você descreve suas viagens.
    Irei para o Uzbequistão no dia 18 de abril, ficarei no país 8 dias e depois irei para o Irã passando pelo Turcomenistão. Ficarei no Irã 14 dias. Estou extremamente empolgada com essa viagem. Se tiver alguma dica, será muitoooooooo bem vinda :-).
    Quanto à Turquia, a idéia de alugar o carro surgiu porque não teríamos tempo o suficiente para fazer o tour de Nemrut caso estivéssemos em um tour regular. Alugamos o carro para seguirmos nosso próprio ritmo.
    Saímos de Istambul em um vôo que chegou na cidade de Izmir às 8:00h da manhã. Pegamos o carro e fomos diretamente para Éfeso (não tivemos tempo de conhecer Izmir, tivemos que ser bem objetivos nos locais que queríamos realmente conhecer). Chegamos em Éfeso no final da manhã, andamos pelas ruínas e dali fomos para casa da Virgem Maria. Devia ser umas 15:00h da tarde quando pegamos o carro e fomos para Pamukkale, onde chegamos no final da tarde (cidade que dormimos).
    Sendo bem sincera, sou uma pessoa que adora esgotar ao máximo os lugares onde vou e a idéia original era pegar o amanhecer em Pamukkale no dia seguinte.Mas, me dei por satisfeita pois, apesar de ainda considerar um destino obrigatório na Turquia, as fotos que talvez você tenha visto, não representa a atual situação. Não diria que foi decepcionante, mas eu estava esperando mais.
    Se você quiser fazer as coisas com calma, diria para você ficar um dia em cada uma, mas se quiser aproveitar o tempo ao máximo como eu, posso dizer que não fiquei com a sensação de ter perdido algo por ter feito as duas no mesmo dia.
    No dia seguinte, acordamos cedo e fomos para Konya ( caso você queira assistir a Sema m Konya, paneje estar lá no sábado, único dia da semana que ocorre a cerimônia na cidade). Em Konya, depois de termos visitado o local onde o Rumi está enterrado,cometemos uma loucura e resolvemos mudar nossos planos de dormir na cidade e partir direto para Capadócia para podermos ganhar mais meio dia lá (chegaríamos lá somente no começo da tarde do dia seguinte). Posso dizer que foi a melhor coisa que fizemos. A Capadócia é um lugar espetacular. Fiquei 3 dias inteiros lá em um hotel no centro de Goreme. Foi uma delícia caminhar pelo centro da cidade à noite. A cidade é realmente apaixonante. Posso falar que três dias foram suficientes, mas até ficaria mais… rsrsr.
    O passeio de balão é o Highlight da viagem.
    Assisti a Sema em um caravansarai perto de Goreme, foi incrível.
    O show no Harmandali restaurante (lugar em que a brasileira Clara dança)tem que ser agendado antes da viagem porque é bastante requisitado. Ela dança divinamente, é a grande estrela do show.
    Para as mulheres uma visita na Goreme Onyx(loja de jóias) é obrigatória…rsrsr
    Agora uma dica muitooooo importante caso você goste de sorvete. Não deixe de entrar em uma sorveteria chamada MADO. Tem várias em Istambul. Aprendemos essa no tour de Nemrut quando paramos em uma cidade chamada Kahramanmaras,conhecida tradicionalmente pelo seu sorvete e onde fica a matriz. Imperdível.
    Se quiser saber de mais alguma coisa, é só avisar…
    Bejos
    Paula

  29. Emília

    Uau, Paula! Amei as tuas impressões, estava mesmo em dúvida quanto ao tempo dedicado a Pamukkale e sobre dirigir na Turquia: fico feliz que seja tranquilo, estamos pensando em fazer o mesmo. Acho uma delícia parar para comidinhas, tirar fotos onde achar uma paisagem bonita…
    Vou ver se consigo encaixar o roteiro até Sanliurfa, veremos!
    Sobre o sema, eu vi uma vez há muitos anos em Istambul e fiquei encantada. E quero ir nesse caravanserai para que minha mãe possa ver a cerimônia também (faremos esta viagem com ela). E não é nada mau revê-la…
    Quando eu tiver uma idéia do roteiro, vou te perguntar de novo com dúvidas, hehe…
    E Turcomenistão! Quando estava em Khiva estava tão perto…Pena que não deu tempo. Mas deve ser incrível, dizem que é surreal.
    Quanto às dicas do Uzbequistão…só curta! Baixe a guarda e se sinta tranquila, coma muitas frutas (são deliciosas!) e tire muitas fotos. No Irã, aproveite para conversar com as pessoas, sentir o ambiente dos bazares…Ah, coma fesenjun por mim 🙂
    Mas tem muita coisa, conforme você for pesquisando, me dê um toque.
    Um beijo para você e um lindo final de ano!

  30. Lucia Malla

    Emilia, querida, que post LINDO! Deu realmente vontade de pegar um vôo imediatamente para visitar o país. Aliás, mostrei suas fotos do instagram pro meu estudante iraniano, e até ele ficou com banzo, impactado pela beleza que vc consegue tirar e compartilhar!
    Muito bacana mesmo! E me diz uma coisa, onde fica exatamente esse lago da foto? Porque sem nem saber onde é, ele já entrou na minha bucket list! 😀
    Obrigada por compartilhar esta experiência incrível com a gente, uma honra ler suas observações. Beijos!

  31. Emília

    Lucia, fico feliz de te ver por aqui!
    Desculpe o atraso na resposta, o ‘Fernandes Affonso Inn’ (copyright Lucia Malla 🙂 ) estava cheio estes dias…
    Este lago fica no noroeste do país, perto de Tabriz: é o Urmia ou Orumiyeh. É extremamente salgado e praticamente morto. Mas uma paisagem muito diferente de tudo que já vimos.
    Mande um abraço para o teu estudante, fiquei fã do país dele 🙂
    E um grande beijo para você!

  32. Renata

    OI Emilia,
    Já leio seu blog tem um tempinho, “conheci” vc no VnV, num relato sobre a Grécia (que espero visitar em maio próximo) e vim parar aqui. Só hoje resolvi comentar porque seu primeiro parágrafo deste Post me atingiu o coração…na verdade acabo de chegar de viagem do Chile e o que eu estou sentindo é exatamente o que vc descreve. Aliás, sempre me sinto assim quando a viagem está terminando e podia ser eu a escrever o que vc descreveu. Viajar não é a minha profissão (e ainda bem) mas é a minha maior paixão, sem dúvida. Muito bom saber e poder “conversar”, trocar idéias com pessoas que dividem esta paixão. Parabéns pelo Blog! Vou comentar mais a partir de agora… :))

  33. Emília

    Renata, o seu comentário me deixou muito feliz, pois um das consequências favoritas do meu blog é poder colocar em palavras os sentimentos que temos (e às vezes nem nos damos conta) quando viajamos e, quando sinto que alguém se identificou, é uma maravilha.
    Estamos indo para o Chile no Carnaval e fiquei muito animada com o que você sentiu lá, depois eu conto…
    E sobre trabalhar ou não com viagens, estou com você: viajar é o meu hobby e, talvez se trabalhasse na indústria, não sentiria tanto prazer assim…Por enquanto estou bem em trabalhar para poder viajar 🙂
    Seja bem-vinda ao blog, um beijo!

  34. Guta | Blog Vambora!

    Lindo Emilia, como todos os seus posts! Mas devo dizer que depois de ver o que vc escreveu aqui e acompanhar as dicas do Gabriel, o Irã cada vez mais está conquistando espaço na minha lista de lugares “para conhecer de verdade um dia”…
    bjus

  35. Emília

    Guta, eu realmente fiquei triste ao voltar do Irã. O país é bonito e cheio de história, mas o que faz a diferença aí é o estilo de vida, ainda tradicional e pouco tocado pelo nosso ritmo frenético: as pessoas ainda fazem compras no bazares e encontram tempo para fazerem piqueniques nos parques, são gentis e discretas e carregam o peso da civilização no jeito de ser, nos atos. Acho que adoraria o país…
    Um beijo e obrigada pela visita!

  36. Fumie Tanikawa

    Emília, que texto tocante, delicado e sensível…que fotos maravilhosas!
    Eu e meu marido estamos programando nossa viagem para maio/2014. É um roteiro de 15 dias em grupo e no final, pretendemos fazer uma extensão até Kandovan, passando por Tabriz. Por favor, você poderia me dizer quantos dias ficaram em Kandovan e Tabriz?
    Obrigada por compartilhar suas dicas e emoções! Abraços.

  37. Emília

    Oi, Fumie, seja bem-vinda!
    E que maravilhoso ter uma viagem planejada para o Irã…
    Nós ficamos dois dias só nesse trecho: fomos de manhã, passamos o dia em Tabriz, fomos para Kandovan no final da tarde, pernoitamos e aproveitamos o dia seguinte, voltamos à tarde para pegar o vôo de volta para Teerã. Achamos suficiente. Meu marido escreveu sobre Kandovan aqui: http://interata.squarespace.com/jornal-de-viagens/2013/11/4/ir-kandovan-a-extraordinaria-vila-troglodita.html . Outro post é o da Caroline, que mora no país: http://www.coordenadaxy.com/2013/02/kandovan-capadocia-da-persia.html?m=1
    Se tiver alguma dúvida é só dar um toque. E depois me conte como foi a viagem!
    Obrigada pelas palavras gentis e boa viagem!

  38. Fumie Tanikawa

    Emília, obrigada pelo seu retorno e pela dica.
    Eu li os posts do Arnaldo e da Caroline. Há um bom tempo, os blogs de vocês são uma grande e importante fonte de pesquisa para as minhas viagens.
    Obrigada pela atenção e um beijo!

  39. Emília

    Fico feliz, Fumie! Bacana quando os leitores ganham nome 🙂
    Bom planejamento!

  40. Carolina

    Olá Emília,
    Cheguei aqui através do blog Coordenadas xy e estou encantada com seu relato do Irã.
    Eu e meu marido vamos em maio para uma viagem de 15 dias. Ainda não decidimos o roteiro e ver suas fotos e ler as suas impressões me deixou ainda mais empolgada!
    Se você tiver alguma dica de roteiro, adoraria receber!
    Obrigada!
    bjs

  41. Emília

    Oi, Carolina! Que maravilha que vocês estejam com a viagem planejada, maio chega rapidinho…
    Olha, nosso roteiro começou por Teerã, depois fizemos uma saída de dois dias para Tabriz e Kandovan. Depois seguimos para o ponto mais ao sul, Kerman, e fomos subindo de volta a Teerã por Yazd, Shiraz, Esfahan e Kashan.
    Se tiver alguma dúvida, me dê um toque.
    Um abraço e seja bem vinda!

  42. Fumie Tanikawa

    Emília, para Tabriz vocês contrataram um guia e um motorista desde o Brasil? Esse mesmo motorista os levou a Kandovan?
    Em Kandovan vocês tiveram um guia ou andaram sozinhos?
    Eu cotei a extensão Kandovan – Tabriz com 3 dias mas ficou muito caro e depois que pesquisei melhor Tabriz, concordo com você que dois dias serão suficientes.
    Obrigada pela sua atenção e um beijo.
    Fumie

  43. Emília

    Oi, Fumie!
    Nós contratamos um motorista/guia que nos levou para Kandovan.
    Eu acho que 3 dias entre essas duas cidades é demais, dois dias/uma noite é mais que suficiente. O melhor de Tabriz é mesmo o bazar…
    Qualquer coisa, me dê um toque!

  44. Fumie Tanikawa

    Emília, vou ver se consigo montar a extensão conforme sua sugestão. O guia os acompanhou no Bazar em Tabriz? Em Kandovan vocês andaram sozinhos ou com guia?
    Obrigada pela sua ajuda e atenção!

  45. Emília

    Fumie, o guia/motorista nos acompanhou no bazar sim. É gigante, mas acho que deve ser bacana se perder, com bastante tempo. Nós queríamos ver tapetes, então acabamos ficando a maior parte do tempo nesta área (que já é absurdamente grande!).
    Em Kandovan ele também acabou caminhando conosco, mas o vilarejo é bem pequeno, é tranquilo.
    Um abraço!

  46. Fumie Tanikawa

    Emília, obrigada por toda atenção, impressões e dicas com que sempre me retornou.
    Um beijo com carinho.

  47. Paula

    Queria Emília,
    Falta apenas um mês para minha viagem ao Irã e Uzbequistão. Haja ansiedade !!! Ao menos já estamos com o visto do Irã e o roteiro fechado. Infelizmente não iremos a Tabriz :-(. Fechamos Mashhad, Shiraz, Yazd, Kerman, Kashan e Tehran em 14 dias além de 8 no Uzbequistão e apenas um no Turcomenistão(esse infelizmente será apenas uma passagem para chegar ao Irã).
    E vc? Já fechou a viagem da Turquia? Se precisar de dicas ou quiser algumas fotos dos lugares que te falei, posso te enviar por e-mail.
    Um grande beijo
    Paula

  48. Emília

    Paula, que delícia!
    Achei excelente teu roteiro, você vai começar pelo Irã (vai passar por Mashhad!) e terminar no Uzbequistão, espero que goste deste último, eu era apaixonada e voltei muito feliz de lá.
    Adoraria ter ido ao Turcomenistão, tem coisas interessantes e algumas bizarrices…Mas tinha lido em algum lugar que conseguir o visto que não seja o de trânsito é bem difícil.
    Infelizmente tivemos que adiar a viagem da Turquia…Mas é por um bom motivo. Vamos ver como as coisas se desenrolam em 2015. Agradeço as dicas! Mas gostaria muito que você me contasse como foi a sua viagem depois, fiquei muito curiosa 🙂
    Um beijo e uma viagem maravilhosa!

  49. Paula

    Emília,
    Você conhece lugares incríveis e tenho certeza que 2015 será um grande ano !
    Quanto ao meu roteiro, é justamente ao contrário, irei do Uzbequsitão para o Irã. Infelizmente, quado o Arnaldo escreveu o post comentando que seria melhor conhcer o Irã primeiro, nós já havíamos fechado nosso roteiro.
    Depois da viagem poderei falar melhor sobre minhas impressões. Mas hoje, antes de viajar, meu interesse e espectativas é muito maior para com o Irã. Não por belezas naturais, ou marcos arquitetônicos, mas por causa da história do país e pelas sanções que o país sofre até hoje. Também sei que ficarei louca com os artesanatos locais, que são lindos… eu amo artesanato.
    Depois da viagem, passarei aqui para dizer as minhas impressões.
    Um grande beijo
    Paula

  50. Emília

    Paula, tenho certeza de que a ordem da viagem em nada vai alterar o teu aproveitamento, cada país é extremamente atraente em suas particularidades.
    Eu, ao contrário do Arnaldo, não senti essa questão da ordem, eu senti a experiência iraniana como muito diferente, exatamente pela história, pelo estilo de vida e tudo o que faz dele um país único. Senti muitas saudades de tudo o que vi ainda no meu último dia lá. Tenho certeza de que sentirá o mesmo e que sentirá a gentileza das pessoas que encontrar por lá.
    E separe um pouco de dinheiro para comprinhas! Tem coisas lindas, desde cerâmicas, trabalho em metais, pinturas e, claro, tapetes…Esfahan em especial é uma loucura.
    Me deu uma vontade agora de voltar no tempo alguns meses… 🙂
    Um beijo!

  51. Filipe Morato Gomes

    Olá Emília,
    Que bom que você gostou do Irão. Fico sempre feliz quando as pessoas descobrem este maravilhoso país e se deixam contagiar pela hospitalidade do povo iraniano. Eu vou três vezes por ano ao Irão e nunca me canso. Não conheço povo mais hospitaleiro em todo o mundo!
    Há uns tempos, escrevi uma crónica para um jornal, intitulada ironicamente de O país mais perigoso do mundo, talvez goste de ler.
    Grande abraço e parabéns pelo texto e pelas fotos.
    Filipe

  52. Emília

    Oi, Felipe!
    Eu gostei imensamente do Irã. Eu imaginei me sentir sufocada e tendo que lidar com sentimentos conflitantes o tempo todo, porém fomos tão bem recebidos em todos os lugares que não havia como não amar.
    E que sorte a tua! Poder ir tantas vezes e experimentar mais a fundo o que só vimos na superfície. Teu texto inspirado e carinhoso retrata bem o sentimento de quem tem a sorte de poder estar lá.
    Obrigada pela visita e um abraço!

  53. Marcio

    Olá, Emilia,
    Que prazer ler suas postagens. Eu já conhecia o site do Arnaldo (conheci quando estava organizando nossa viagem à India, em 2012).
    Agora estamos nos programando para o Irã, no próximo ano. Estou lendo tudo o que vocês dois escreveram.
    Adoro ler vocês.
    Muito obrigado pelo olhar amoroso e livre de preconceitos que você demonstra ter. Isso é de grande valia no nosso mundo.
    Um beijo,
    Marcio

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