Deixando o coração em Istambul

IMG_8784a
É engraçado…a empatia inicial muitas vezes determina os rumos de um relacionamento, de que natureza for. Muitas vezes nem conhecemos a pessoa e já gostamos de pronto: só de ouvir falar, de ver uma foto…ou não vamos com a cara, direto assim.
IMG_9230a
Comigo aconteceu também, mas com uma cidade. Istambul me conquistou de mansinho…de leituras de adolescente, de fotos vistas em revistas. Ao longo do tempo você acompanha as notícias com interesse, vê matérias inspiradoras e pensa em materializar aquela simpatia toda, que não saberia se seria mútua.
IMG_9203
Aí começa a pesquisa, a compra de guias (plural mesmo) e o delicioso planejamento. O que era para ser um apêndice de viagem, começa a tomar outra dimensão e, com a empolgação com o destino, até as pessoas perguntam: ‘Mas…não era mesmo para a Grécia que você estava indo?’
IMG_8762a
A expectativa era enorme e eu não gosto disso, o decepção está sempre ali atrás da porta. Dito e feito.  Chegar em Istambul foi um choque: gente demais nas ruas (feriado…), sujeira, véus, taxista enganador, serviço inexistente no restaurante. Eu tinha subestimado a cidade. Na verdade, eu tinha alimentado fantasias de uma cidade em boa parte ocidental e Istambul foi, para mim, pura Ásia.
IMG_8756
No auge da crise (mau-humor também com o hotel medíocre), resolvi ver os barcos à beira do Corno de Ouro e tive que atravessar a avenida por uma passagem subterrânea: caos, caos, caos.
IMG_8760a
No meio daquela massa e calor me deu vontade de dar risada. Eu estava sendo ingênua no meu primeiro contato com o Oriente. Admirando a Ponte de Galata e o reflexo do final de tarde nas águas, revi minhas posições e meus sonhos com Istambul e comecei a aproveitar o acontecimento maravilhoso que era estar ali, naquele momento.
IMG_9101a
Reconhecendo o encantamento que tinha tomado conta desde sempre, tomei fôlego e, resolvida a viver aquela paixão, atravessei o Bazar das Especiarias e subi em direção a Sultanahmet…
IMG_9353a

Grécia: Índice

IMG_7728a
Atenas
Atenas – Αθηνα: reconhecimento de terreno – Museu Arqueológico Nacional, Psiri, Monastiraki e Pláka.
Verdadeiros clássicos – Acrópole.
Devaneios privados em espaços públicos – Ágora Antiga e Romana, Monte Lycabettus, Teatro Dora Stratou
Raspa do tacho – Templo do Zeus Olímpico, Museu Benaki, Parlamento, Pláka.
Delfos
Delfos – Δελφοί ou A pitonisa leu o meu destino – Santuário de Apolo
Meteora
Meteora- Μετέωρα ou Cadê o sol que estava aqui? – Mosteiros Megalo Meteoron, Varlaam, Agias Triadas, Agios Stefanos.
Milos
Milos – Μήλος: A primeira ilha grega a gente não esquece – Pollonia, Papafragkas, Sarakiniko, Tripiti.
Vilarejos mil: fotopost – Klima, Firopotamos, Fourkovouni, Mandrakia, Plaka.
Para gostar de Milos – Passeio de barco, Sykia, Kleftiko.
Santorini
Santorini – Σαντορίνη: É tudo verdade – Oia.
No centro da caldeira – Passeio de barco pela caldeira.
Aqui, ali e em toda a ilha – Fira, praias, Ammoudi, vinícolas.
Mykonos
Mykonos – Μύκονος: …sem balada – Cidade de Mykonos.
No centro do mundo: Delos – Δήλος – Sítio arqueológico de Delos.
Um guarda-sol para chamar de meu – Platys Gialos, Paradise, Super Paradise, Ano Mera.
Rodes
Rodes – Ρόδος: Para voltar, um dia… – Introdução à ilha.
Perdida na cidade antiga – Cidade antiga de Rodes, Porto, Cidade Nova.
Despedida da Grécia: interior de Rodes – Lindos, vilarejos, Monolithos, Monte Attavyros.
Informações práticas
Grécia: Páginas Amarelas

Grécia: Páginas Amarelas

IMG_6306a

Abaixo estão compiladas as informações práticas sobre os destinos gregos visitados por este blog. Esta é uma lista dos serviços que foram testados e aprovados, inclusive indicações de blogs com material sobre a Grécia que valem o clique.
Época – A segunda semana de setembro foi uma boa escolha, especialmente pelo tempo quente, mas sem exageros: biquíni de dia, uma blusinha leve à noite.  A quantidade de visitantes diminui drasticamente com o final do mês de agosto e as ilhas estão menos abarrotadas. Mas isso também traz um ponto negativo, que é a diminuição da freqüência dos ferries entre as ilhas.
Transporte – O transporte mais comum para deslocamento entre as ilhas é o marítimo, mas por motivos de planejamento (e falta de informações confiáveis sobre os ferries e catamarãs), o avião foi o meio escolhido, apesar da necessidade de sempre se voltar a Atenas. As companhias utilizadas foram a Aegean e a Olympic (esta última está sob situação instável há algum tempo, para informações mais atualizadas consultar o Aquela Passagem.)
Para o pequeno trecho na Grécia continental, foi alugado um carro com a Safeway. As auto-estradas são boas e bem sinalizadas, enquanto as estradinhas regionais têm poucas pistas, muitas curvas e caminhões (mas, como é de praxe, passam pelas paisagens mais bonitas). As placas estão nos dois alfabetos (às vezes a placa no alfabeto latino vem depois da placa em grego), mas o aluguel do GPS é recomendado.
Em Atenas, os melhores meios de transporte são as próprias pernas e o metrô. As distâncias entre os principais pontos turísticos são pequenas. Para aqueles fora do circuito Monastiraki-Syntagma-Acropolis (como o Museu Arqueológico, por exemplo) ou para turistas cansados de bater perna, o metrô cobre bem. Recomendo também para ir ou voltar do aeroporto, caso o seu hotel esteja perto de alguma estação. Táxis somente se tiver alguma tendência masoquista 🙄 (ou paciência para tentar achar um taxista bacana entre dezenas de outros mal-educados).
Nas ilhas o meio de transporte mais utilizado foi o carro e existem várias locadoras pequenas com preços bem camaradas. Motos também são uma opção para quem tem prática. Não testei transporte público nas ilhas, por ter lido em vários lugares sobre a inconstância dos mesmos.
Hotéis – Os hotéis escolhidos têm estilos, nível de conforto e preço bem variáveis, mas todos são bem recomendados por este blog, tendo boas críticas e ótimas posições no ranking do Trip Advisor.
– Atenas: Athens Gate – Hotel renovado, confortável, bem-localizado (nos limites de Pláka), grandes vistas.
– Delfos: Varonos – Um dos hotéis de gosto mais duvidoso onde já me hospedei, mas com atendimento extremamente gentil. Internet grátis, linda vista.
– Meteora: Archontiko Mesohori – Uma casa antiga de pedra toda renovada, confortável, mas com o mesmo senso de decoração do Varonos. Da varanda se vê as famosas rochas de Meteora.
– Milos: Villa Notos – Típica construção cicládica, quartos novíssimos e decorados discretamente, donos muito simpáticos. Em Adamas, no porto, mas num canto sossegado.
– Santorini: Atrina – ‘Hotel-caverna’ em Oia, muito bem decorado e mantido, com vista para a caldeira, piscina gostosa. Bem-localizado, próximo à entrada da vila e ao acesso de veículos.
– Mykonos: Vencia – Vista maravilhosa da cidade de Mykonos, logo abaixo. Renovado recentemente, decoração discreta, ótimo atendimento, piscina deliciosa e fotogênica.
– Rodes: Andreas – Hotel simples, mas com vários pontos positivos: atendimento gentilíssimo, localizado dentro da cidade antiga, em uma área tranqüila, sem turistas. Linda vista, especialmente do quarto mais alto, o meu escolhido.
Comer – Na Grécia, os restaurantes podem ter muitos nomes de acordo com a especialidade: taverna, psarotaverna, mezedopoleio, kafeneio…Mas o que realmente se percebe, é que a comida tem um certo padrão – as mesmas receitas em quase todos os restaurantes -, além de seguir uma linha mais substanciosa, rústica, sem grandes sofisticações.
Algumas presenças comuns nos cardápios: moussaka (torta de berinjela com carne moída e batata), souvlaki (espetinhos, em especial de carne de porco), salada grega (tomate, pepino, queijo feta, azeitonas, azeite e orégano), gyros (fatias de carne de porco no pão com iogurte e batatas fritas), cozidos de porco, cordeiro ou coelho, e mezés (entradas) – como saganaki (queijo frito), tzatziki (iogurte com pepino) ou skordalia (purê de batatas com alho, frio). Peixes e frutos do mar são a melhor escolha nas ilhas e é comum ir até a cozinha para escolher o seu exemplar e pesá-lo. É interessante também experimentar as especialidades de cada ilha…e não se cansar de tomar muito iogurte com mel, uma grande maravilha grega  😀
Alguns restaurantes:
– Atenas: Palia Taverna tou Psara, Diogenes, restaurantes da área de Psiri.
– Delfos: To Patriko Mas
– Milos: Flisbos, Ta Glaronisia
– Santorini: 1800, Sphinx, Pelekanos, tavernas de Ammoudi
– Mykonos: La Maison de Catherine
– Rodes: Nireas e Marco Polo
Compras – Uma vez na Grécia, difícil escapar das lojinhas básicas de suvenires: cópias de vasos gregos antigos, miniaturas de monumentos, camisetas…tudo o que se pode imaginar e mais um pouco. O bairro de Pláka, em Atenas, é o paraíso dos que se divertem com compras. A 25 de março ateniense está em Monastiraki, no mercado de pulgas. Marcas internacionais são encontradas facilmente no centro da capital, em Santorini e em Mykonos.
O famoso olho grego pode ser encontrado em qualquer canto do país.  Jóias estão sempre presentes em Atenas e em Santorini. Grande variedade de lindos (e pesados) livros sobre a Grécia na Eleftheroudakis, em Atenas. Mais leves e tão lindos quanto são os postais com fotos do Georges Meis. Acabei pegando a mania de procurar por modelos diferentes onde quer que eu fosse.
Guias – Com medo de faltar, levei dois: o Lonely Planet e o Guia Visual da Folha. (Mas o LP é sempre o meu querido, não tem jeito.)
                          lp greek islands    gvgreek
Outras viagens – Vários blogueiros estiveram na Grécia também e podem complementar com mais informações e outros destinos dentro da Grécia.
Fatos & Fotos: Santorini
Turomaquia: Atenas, Meteora, Delfos, Santorini, Creta e mais a telenovela Kalon :mrgreen:
Arquivo de Viagens: Samos, Patmos, Santorini, Peloponeso
À Francesa: Santorini, Naxos, Koufounissi
Wazari: Atenas, Mykonos, Santorini
Inquietos: Santorini
Para viageiros:  Atenas, Santorini, Zakynthos
Carrossel de Sonhos: Atenas, Santorini, Mykonos
E, claro, sem esquecer da seção Grécia do Viaje na Viagem e do especializadíssimo Guia Grécia, do gentil Décio, que deu dicas importantíssimas para esta viagem.

javaversion1 Warning: passthru() has been disabled for security reasons in /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-content/themes/simplepress-2/footer.php on line 3 Call Stack: 0.0002 239272 1. {main}() /home/aturistaacidental.com.br/public/index.php:0 0.0004 242664 2. require('/home/aturistaacidental.com.br/public/wp-blog-header.php') /home/aturistaacidental.com.br/public/index.php:17 0.3124 29404256 3. require_once('/home/aturistaacidental.com.br/public/wp-includes/template-loader.php') /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-blog-header.php:19 0.3172 29423432 4. include('/home/aturistaacidental.com.br/public/wp-content/themes/simplepress-2/index.php') /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-includes/template-loader.php:74 0.5413 29962048 5. get_footer() /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-content/themes/simplepress-2/index.php:32 0.5413 29962680 6. locate_template() /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-includes/general-template.php:76 0.5413 29962880 7. load_template() /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-includes/template.php:647 0.5416 29979456 8. require_once('/home/aturistaacidental.com.br/public/wp-content/themes/simplepress-2/footer.php') /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-includes/template.php:688 0.5416 29979744 9. passthru() /home/aturistaacidental.com.br/public/wp-content/themes/simplepress-2/footer.php:3