Os freqüentadores deste blog vão estranhar: a Eco-mília (copyright Jorge Giramundo) fazendo turismo urbano? Pois é…eu curto um destino natureza, mas, antes de tudo, adoro viajar e ponto final. As cidades também me fascinam…Como não ficar de boca aberta ao bater perna sem parar, para ficar nas unanimidades, por Paris ou Barcelona? Aproveito as menores oportunidades para turistar também por São Paulo.
Buenos Aires, então, fazia todo o sentido: linda arquitetura, ótima comida, ruas planas, museus, parques e bons preços, que os bolsos não são de ferro. Ainda tinha uma missão: a de apresentar a cidade ao Marc, que tinha uma certa resistência a conhecê-la, estando mais inclinado a ir para Santiago numa próxima aventura sul-americana.

Bem, estive lá pela primeira vez em 2002, com duas amigas e, não tendo muitas expectativas, me surpreendi e me encantei com a cidade. Elas tinham ido para um congresso e tive oportunidade de curtir a cidade sozinha e acompanhada, aproveitando o dia e também a incansável noite portenha. Fiquei morrendo de vontade de voltar num dia desses.

Os posts da Carla fizeram o truque e começou o comichão. Logo depois vieram os relatos dos que tinham ido e aproveitado a boa vida, como a Sylvia. Não iríamos fazer nenhuma viagem no final do ano, mas a experiência positiva que ela tinha relatado do aluguel de apartamentos (e seu preço inacreditável) e o fato de termos milhagem nos ajudou a decidir: missão Buenos Aires Reveillon.

Pessoal, Buenos Aires não é um assunto novo (como pode se ver pelo parágrafo acima) e nem tenho pretensão de trazer grandes descobertas, mas como este blog é, antes de tudo, um diário de viagens, vou contar aqui nossas andanças por esta cidade tão viciante.

PS: Nesta viagem, esta turista de acidental não teve nada, na verdade…recebi dicas preciosíssimas de vários amigos muito experientes na arte de vibanear*: Carla, Riq, os meninos Destemperados, Sylvia, Mari, Beto…muito obrigada!
* Vibanear (lat vibaneare): ato próprio de um(a) Vibana.
* Vibana (s): Viciados em Buenos Aires não-anônimos (grafia dada por Mônica Gribel).